CRÓNICA: UM NOVO ANO E NOVAS PEGADAS DE SEMENTES

Já vam lá 2 meses e deu para ir conhecendo-nos um pouco mais entre as que já estávamos : Violeta, Xaquín, Carme, Brandam, Uxía, Leo, Rosalía, Antón, Vera, Nerea e a nova criança que entrou a Sarela, Ben-vinda! Mas também mandar beijinhos às crianças que já nom estám: Xoana e Ézaro ( abraços e beijos de todas nós).

Deseguido contar-vos alghumha das cousas que estivemos a fazer:

Pois começamos o dia relaxando-nos: os braços, as pernas, o pescoço e finalmente atendemos à respiraçom e senta-nos muito bem!. Cada dia temos umha criança que fai de ajudante da assembleia: dá os bons dias, as fotos e convida a pôr o tempo e o dia do mês em que estamos e contamo-nos muitas cousas…

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Crónica das Salvadas: começamos!

Já vai lá um mês desde que este 2017-18 começava a andar, e nós com el.

Umha cheia de novidades aguardavam, pois à par que acolhíamos as novas amigas – Iris, Mateo e Xandre – também nos lembrávamos das amigas que já nom estám – Celso e Ona. Botamos-vos de menos e aguardamos ansiosas as vossas visitas!!!

Na sala agora há um recanto em que há médicas, enfermeiros e o que faga falta para curar as amiguinhas quando estám doentes:

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“Afazendo-nos” Primeira crónica do ano

Pois isso. Este ano há mudanças e precisamos um tempo.

Crianças que fôrom para a “escola das crescidas” e que botamos muito em falta. Um beijom para Nântia, Mateo, Jimena e Finlay.

Crianças que mudárom de grupo ou mesmo crianças que vinhérom este ano de novo. Bem-vindas Sara, Antón, Andeca e Simón.

Pouco a pouco vamos procurando o sítio no grupo, descobrindo materiais, tecendo laços com companheiras novas, criando normas de convívio…

Que é um mês e meio perante as mil primaveras mais que nos restam…?

…Pois eu pensei que nada, mas dam para muito, e ainda bem porque as cousas grandes constroem-se através de muitos pequenos momentos.

Desde a última vez que nos comunicamos passárom umha cheia de cousas:

Como nom, continuamos com o nosso projeto dos bichos e já investigamos

As aranhas

Das quais descobrimos que em geral som as fêmeas que constroem as aranheiras; ou que tenhem oito olhos, mas veem mui pouquinho.

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Do entruido para cá muito fora e pouco dentro…

Já vai lá muito tempo desde a última vez que vos dizemos do que fazemos… e os dias passam-se, um após outro, passeninhamente dando-nos a possibilidade de fazermos cousas, de brincar… e, sobretodo de continuar a medrar.

Podemos-vos contar mais ou menos, muito ou pouco, todo ou nada… mas tende por seguro que o nosso objetivo é sempre passar muito bem… e de verdade, que o conseguimos a cotio.

Mas agora… que contamos??

Contar-vos que neste tempo as amigas e amigos estám crescer e assim parabenizamos a Yara, Ona, o Xes e a Lía que estivérom de aniversário e quirom partilhar connosco o seu bolo:

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Crónica da Torreira: Já estamos de volta!

Vam passando os dias, semanas, meses ( marcamo-los no calendário) e mesmo o tempo que fai e com todo já nos adentramos em maio mas temos-vos que contar o que estivemos a fazer.

De primeiras, mandar um abraço grande e beijinhos a Sofía (aluna em estágio) que com ela também figemos um sem fim de cousas: pintamos o comboio, foi quem nos explicou um chisquinho sobre as fábricas conserveiras da parte de Vila-Garcia onde aquelas mulheres trabalhavam jornadas imensas de horas e fôrom à greve para que lhes reconhecessem os seus direitos, colocamos os trebelhos de música no quintal, jogos de movimento, saídas ao rio…

FOTO 1 SOFIA EXPLICANDO CONSERVEIRAS FOTO 2 SOFIA RIO  Continuar a ler

CRÓNICA: A manhá do dia em que perderia todas as fotografias nevaria…

Et cet enfant

A toute la maison pour lui, désormais. Il va

D´une fenétre à  l´autre. Il presse

Ses doigts contre la vitre. Il voit

Des gouttes se former là ou Il cesse

D´em pousser la buée vers Le ciel qui tombre

E este meninho, desde agora,

Tem a casa toda para el. E vai e vem dumha janela à outra. Pressionando

contra o vidro os dedos. E vê como se vam formando pingos onde acaba de soltar o bafo para o céu que cai

Yves Bonnefoy,  Início e fim da neve

 

A manhá do dia em que perderia todas as fotografias da Semente nevaria e Celso  sabia-o. Eu estava prestes a entrar na escola e ouvim-no berrar da outra beira da estrada “Vero, hoje vai nevar!”. E sorrim a pensar na magia da neve, nas esperanças da infáncia e começamos como cada dia a rotina nas aulas.

Na tarde do dia em que perderia todas as fotografias da Semente nevaria. Eu soubem polo frio que me percorreu o corpo quando o computador deixou de ler o cartom onde guardava tantos acontecimentos, tantos tesouros feitos imagens. Pedim outro vinho para entrar em calor e pensei nas palavras, nas imagens, em que nom sempre unha imagem vale mas que mil palavras.

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Crónica: enquanto continuamos com os bichos às voltas… a vida vai andando

A vida continua e para isso é que estamos aqui; para aprender a encarar a vida e a transformá-la se nom gostamos. Mas para isso há que criar um ambiente de respeito onde a criança esteja empoderada e saiba que a sua opiniom conta, que pode e deve ser crítica, que pode experimentar sem medo a ser desaprovada enquanto assuma as responsabilidades e respeite o grupo.

Quando se favorecem estes aspetos as crianças experimentam com os brinquedos de jeito diferente e os resultados som grandes aprendizagens, criatividade, desfrute e cousas bem lindas

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Do que figemos até o entruido

Após as férias de Natal voltamos ao nosso dia a dia na Semente com muitos ánimos e também com cousas que mudárom. Agora fazemos umhas assembleias que estám cheias de atividade: que se enredamos num fio, que se jogamos a adivinhar o que estamos a desenhar, que se somos apresentadoras na televisom e contamos do que nos aconteceu, que se somos nós que contamos o conto… todo enquanto brincamos e passamos muito bem

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PASSAM OS MESES NA SEMENTE TORREIRA

Boas a todas! Este grupo que agora já completo e fica com as seguintes amigas: Brandám, Uxía, Xaquín, Carme, Ézaro, Nerea, Leo, Violeta, Xoana, Antón, Rosalía e Vera, desta estamos todas e nom falta já nengumha, a sala medra em número e nós também! Vamos-vos contar o que contiuamos fazendo, pois já vinhérom duas vezes as avós, achegárom-se duas avós novas, Terocha e Asunción que vinhérom também com María e Manuela. Estas últimas já nos conheciam, (mandamos beijinhos a Marisa e Filocha).

MERENDANDO COM AS AVрS1з VISITA AVOS

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