Última crónica da Torreira!

Uff
já passou quase um mês desde que acabamos e eu sem fazer a minha última crónica… Desculpai mas o fim de ano foi muito intenso e sentido e aliás no dia 1 de Julho conhecim umha persoa com a qual me passam as horas sem eu decatar-me. Agora que tenho um tempo vou redimir-me e contar-vos que foi o que aconteceu nos últimos tempos deste ano.
Muitas cousas, muitas…
 e nós ao nosso, continuamos com o projeto do universo e deu muito de si, aprendemos cada semana algo novo dos planetas do sistema solar:
com Marte figemos um experimento para conseguir que a areia do quintal apanhasse a cor do planeta; pedacinhos de ferro e regar cada dia um bocadinho, a ferrugem fijo o resto.
Júpiter é o planeta maior e por isso também a civilizaçom romana o chamou como o seu deus mais poderoso.
De Saturno destacam os seus anéis que descobrimos que estám formados por partículas de gelo, figemos experimentos com gelo.
Urano descobriu-se há pouco que cheira a peido e ovo podre, pois figemos o experimento de deixar um ovo apodrecer dentro dum bote e si, os gases que desprende a descomposiçom cheiram mal!
e Neptuno é o gémeo de Urano mas um bocadinho mais asseado e chama-se assi polo Deus do mar que tem que ver com a sua cor.
Obrigadas a Marcos por emprestar-nos esse telescópio molom ainda que as nuvens nom nos permitissem ver todo  o que gostaríamos.
Com todas estas cousas e muitas mais descobertas chegamos ao fim de curso da mao da nossa aventureira favorita Valentina.

Crónica das Salvadas: “Do tanto que gozamos com as vossas visitas!!!”

Hoje imos-vos contar …

“Do tanto que gozamos com as vossas visitas!!!”

Quando vos deixamos a última vez andávamos a plantar os alhos porque como bem di o refraneiro “tantos dias tem janeiro como tem que ter o teu alheiro” mas hoje os alhos já estám crescidos e nós nom vos queremos contar do nosso dia a dia…
Que si que celebramos o entruido, o 8 de março, o dia de Rosalía, o 25 de abril, os maios e umha cheia de cousas mais, mas do que vos queremos falar é da participaçom das nossas famílias

collage 1

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A crónica das Salvadas

Andava a passar fotografias ao computador e reparei que nom tenho tanto material gráfico como noutras ocasions, ainda assi eis um pedaço do muito que aconteceu. Um anaco escasso, suponho, que representa umha parte nada mais, insuficiente penso, do dia a dia nesta nossa escola.

Certamente fôrom meses duros, com mais água e menos saídas do que gostamos, com novidades e novas chegadas de crianças. Damos formalmente na rede a benvinda ao Ícaro, que chegou para lembrar-nos o que é o desafio de medrar neste mundo tolo. Benvindo Icarinho, benvindo!

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SEMENTE SECUNDA A GREVE FEMINISTA PORQUE É DE JUSTIÇA!!!

Semente trabalha sempre olhando para ao futuro. Temos entre nós muitos futuros possíveis que cada dia nos olham nos olhos com alegria, observam os nossos movimentos com curiosidade ou procuram respostas em cada um dos interrogantes que nos colocam.

A justiça está sempre presente, atrás dum brinquedo abandonado na areia e reclamado por várias crianças, agachado entre a experimentaçom partilhada entre umha nena e um neno, prendida na coroa improvisada dumha nena que pergunta sobre o que hai que fazer para ser princesa de verdade, no capacete da cosmonauta Valentina Tereshkova ou na imersom linguística que caracteriza o centro.

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Crónica: “os lumes vírom-se desde o espaço”

Há umha cheia de tempo que nom vos contamos as nossas aventuras e nom sei se darei condensado tanta cousa que passa.

Enquanto estávamos a trabalhar as árvores autóctones sofremos no país umha grande vaga de lumes que nos fijo ficar a todas bem tristes; ainda que comentando o tema na assembleia e com um ambiente bem triste, um de nós comentou que el si que gostava, e muito, do lume. E porque? -perguntamos todas.- Porque podes fazer churrasco! Falamos na assembleia destas cousas e chegamos à conclusom de que seria bom fazermos algo para conscientizar a sociedade de nom fazer lumes. Preparamos uns cartazes e figemos umha manifestaçom polo bairro com colagem de cartazes. Mas também queríamos fazer algo para transformar um bocadinho a realidade e fomos apanhar landras num dos nossos passeios polo monte e temo-las sementadas em copinhos para transplantar quando agromarem, que nom gostamos de tanto eucalipto.